A pouco mais de dois meses estou vivendo uma experiência encantadora. Na verdade, sou paga para encantar, mas, a cada dia que passa, quem sai mais e mais encantada sou eu. Vou explicar.
Desde o início da faculdade de jornalismo, faço estágios na área. Reportagem, entrevistas, assessoria de imprensa, corre para um lado, para outro, tenta falar com o fulanildo, recebe um não do sicranildo... e assim mais uma matéria fechada ao fim do expediente. Adoro! Só que agora, depois de formada, o emprego é outro. Adivinha? Vendedora! Sim, isso mesmo.
Mas Lara, você passou cinco anos pagando uma faculdade cara para se formar jornalista e virar vendedora? Calma lá. Não sou qualquer vendedora. Vendo informações, conhecimento, arte, histórias, fantasias, viagens, cultura. Vendo livros!
A experiência encantadora entra aqui. O atendimento. Já falei que adoro gente? Agora tenho a oportunidade de conhecer gente de toda parte, de várias classes sociais, gente simpática, gente arrogante, gente feia, bonita, alegre, calada, gente simples, gente que gosta de história, literatura, viagens, gastronomia, gente que gosta de jornalismo (!), artes, música, cinema, esoterismo, sexologia... gente! E o melhor: trato cada um conforme gosto de ser tratada. Sempre com atenção, disponibilidade, pronta para encontrar o que ele está procurando e deixá-lo... feliz? Satisfeito? Não. Encantado!
Quantas vezes você entrou numa loja e um vendedor surgiu, sabe Deus de onde, na sua frente, te chamou de lindo, querido (ou a melhor de todas: jovem), e tentou te empurrar um produto que você só estava olhando por curiosidade? Ou então aquele vendedor sombra, que te oferece ajuda, você diz que não precisa, mas ele gruda do seu lado. Você dá um passo para o lado e lá vem ele, aquela assombração só esperando seu próximo movimento. Detesto! Mais um ponto para meu novo emprego. Todos são livreeees! Ficar à vontade é essencial para escolher sua aquisição.
Sim, estou feliz, me divirto, trabalho sério, gosto do que faço. Se vou abandonar minha profissão? Jornalista é jornalista 24 horas por dia, sempre. Talvez eu precise de uma reciclagem para voltar a este mercado. Uma especialização, quem sabe...?! Mas por hora estou crescendo com essa experiência engrandecedora, em um ambiente sensacional, seguro, com colegas de trabalho maravilhosos, talentosos e encantadores. E o produto comercializado é da melhor qualidade: cultura!
Desde o início da faculdade de jornalismo, faço estágios na área. Reportagem, entrevistas, assessoria de imprensa, corre para um lado, para outro, tenta falar com o fulanildo, recebe um não do sicranildo... e assim mais uma matéria fechada ao fim do expediente. Adoro! Só que agora, depois de formada, o emprego é outro. Adivinha? Vendedora! Sim, isso mesmo.
Mas Lara, você passou cinco anos pagando uma faculdade cara para se formar jornalista e virar vendedora? Calma lá. Não sou qualquer vendedora. Vendo informações, conhecimento, arte, histórias, fantasias, viagens, cultura. Vendo livros!
A experiência encantadora entra aqui. O atendimento. Já falei que adoro gente? Agora tenho a oportunidade de conhecer gente de toda parte, de várias classes sociais, gente simpática, gente arrogante, gente feia, bonita, alegre, calada, gente simples, gente que gosta de história, literatura, viagens, gastronomia, gente que gosta de jornalismo (!), artes, música, cinema, esoterismo, sexologia... gente! E o melhor: trato cada um conforme gosto de ser tratada. Sempre com atenção, disponibilidade, pronta para encontrar o que ele está procurando e deixá-lo... feliz? Satisfeito? Não. Encantado!
Quantas vezes você entrou numa loja e um vendedor surgiu, sabe Deus de onde, na sua frente, te chamou de lindo, querido (ou a melhor de todas: jovem), e tentou te empurrar um produto que você só estava olhando por curiosidade? Ou então aquele vendedor sombra, que te oferece ajuda, você diz que não precisa, mas ele gruda do seu lado. Você dá um passo para o lado e lá vem ele, aquela assombração só esperando seu próximo movimento. Detesto! Mais um ponto para meu novo emprego. Todos são livreeees! Ficar à vontade é essencial para escolher sua aquisição.
Sim, estou feliz, me divirto, trabalho sério, gosto do que faço. Se vou abandonar minha profissão? Jornalista é jornalista 24 horas por dia, sempre. Talvez eu precise de uma reciclagem para voltar a este mercado. Uma especialização, quem sabe...?! Mas por hora estou crescendo com essa experiência engrandecedora, em um ambiente sensacional, seguro, com colegas de trabalho maravilhosos, talentosos e encantadores. E o produto comercializado é da melhor qualidade: cultura!
